... e eles vagam com suas manias de pequenos prazeres, sorrindo a cada sinal que só eles entendem, fazendo piada com os próprios erros, saboreando a pequena amora diária chamada ‘felicidade’.
E irritam. E incomodam. E chateiam. E amedrontam.
Porque eles não sabem viver (como qualquer um de nós não sabe e deve – isso sim é a tarefa da vida – aprender e aperfeiçoar o ofício durante todos os dias próximos), mas eles seguem na tentativa ‘risco-acerto-erro’, como quem adentra todo dia na toca do coelho branco de Lewis Carroll e descobre um novo País.
A sobriedade é carrancuda, então eles vivem na eterna crise econômica do moralismo: ninguém lhes dá o devido crédito. Não se pode levar a sério alguém feliz em tempo integral. Atribuem à leviandade, talvez à inocência, ou até mesmo pensam ‘borrifaram Prozac em seus quartos’. Mas não, ninguém pensa que essa é a loucura mais sã, a tarefa mais difícil: permanecer sorrindo enquanto o mundo - veja só você - está como está.
Perto, mais perto deles, toda aproximação é um paradigma quebrado. Surpreendem. São na verdade os opostos de si mesmos, enquanto confrontam-se na verdadeira essência com sua imagem: são outros para o mundo e guardam-se para si. E amedrontam por isso.
Está se descrevendo como espécie? ... porque... está parecendo...
Talvez Gabriel... na verdade, acredito que eles existam e adoto seus pensamentos e hábitos como uma antropóloga antropofágica de uma forma ideal. Estudo-os, imito-os e penso que sou uma Lévi-Strauss platônica: meu campo de estudo é o meu próprio Mundo das Idéias.
E irritam. E incomodam. E chateiam. E amedrontam.
Porque eles não sabem viver (como qualquer um de nós não sabe e deve – isso sim é a tarefa da vida – aprender e aperfeiçoar o ofício durante todos os dias próximos), mas eles seguem na tentativa ‘risco-acerto-erro’, como quem adentra todo dia na toca do coelho branco de Lewis Carroll e descobre um novo País.
A sobriedade é carrancuda, então eles vivem na eterna crise econômica do moralismo: ninguém lhes dá o devido crédito. Não se pode levar a sério alguém feliz em tempo integral. Atribuem à leviandade, talvez à inocência, ou até mesmo pensam ‘borrifaram Prozac em seus quartos’. Mas não, ninguém pensa que essa é a loucura mais sã, a tarefa mais difícil: permanecer sorrindo enquanto o mundo - veja só você - está como está.
Perto, mais perto deles, toda aproximação é um paradigma quebrado. Surpreendem. São na verdade os opostos de si mesmos, enquanto confrontam-se na verdadeira essência com sua imagem: são outros para o mundo e guardam-se para si. E amedrontam por isso.
Está se descrevendo como espécie? ... porque... está parecendo...
Talvez Gabriel... na verdade, acredito que eles existam e adoto seus pensamentos e hábitos como uma antropóloga antropofágica de uma forma ideal. Estudo-os, imito-os e penso que sou uma Lévi-Strauss platônica: meu campo de estudo é o meu próprio Mundo das Idéias.
Em busca da forma pura e ideal de mim.
Em busca da medida do meu ser.
1 comentários:
I'm bigger than my body gives me credit for...
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