
De repente caí na armadilha do platonismo de amar um ideal enquanto não fosse possível alcançá-lo. Toda aquela áurea de que se reveste o inalcançável, mal sabia eu, era o mistério a sustentar minha admiração contemplativa e até mesmo minha fúria do desejar.
Quando então as pinceladas concretas da realidade começaram a envernizar aquele sonho tão rogado e implorado
o panorama do quadro esquadrinhava um incômodo friozinho na barriga¹
¹ [vulgo medo]
5 comentários:
Medo ou paixão? Elas se aproximam muito.
Likei teu blog no meu texto plagiado, nega.
Bjinhos
Quer coisa mais normal que medo?
PS.:Nem vieste pro Círio! O convite de hospedagem continua de pé!
Pula com tudo!
Muitíssimo obrigada, moça!
tão normal ter medo
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