Eu nunca me sinto preparada para o ano novo, suas promessas, seus sonhos em branco e suas lacunas ansiosas por novas histórias. Nesse em especial, sinto-me mais despreparada do que sempre, mas prometo o empenho em improvisar da melhor maneira que puder.
Que venha 2010!
Improvisemos, pois, o melhor que pudermos! - para sempre ficarmos de pé. (de um jeito ou de outro)
3 comentários:
Abri mão das promessas de ano-novo, nunca cumpro o que prometo...
Feliz 2010
E viva o improviso!
Eu odeio não conseguir cumprir, então não faço promessas, planos e essas coisas. Let it be. E a gente vai lidando com o que aparecer, no modo mais acomodado de ser possível.
Mas odeio a página em branco, também.
Partilho de sua reflexão. E também continuo morando no improviso, despreparado.
Não consigo entender o novo sem antes lidar com o que é de praxe, e impera necessitando formas corajosas de traquejo. Há muitas coisas no meu cotidiano interno que precisam ser entendidas, antes de voltar a enchê-lo com qualquer ensaio enfeitado de novo, e externamente imposto, ou superficial mudança advinda da passagem de um ano para outro.
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