Tuesday, January 15, 2008

Fugere urbem

Adeus.
Que se rompa o fio último de tudo.
Eu quero a felicidade pura e destilada. Que ela venha clandestina e plena.


Tenho sede de plenitude.


Chega desse sofrimento dosado. Quero a libertação absoluta, total, intensa.
No meio da tristeza e da angústia veio a vontade mais forte de ser mais eu.
Quero voar alto e forte.
Quero voar longe, bem longe.
E rápido.


O desejo do desconhecido me fez desgostar do óbvio. E querer o improvável.

Eu quero o espanto, a descoberta, a autenticidade. O previsível me enjoou.


Eu quero o improvável.

3 comentários:

Marcelo said...

Todos querem, todos desejam. Poucos estão dispostos a pagar o preço da felicidade. O problema primordial do "querer" é o quanto querem. Toda a escolha implica em uma renúncia. A felicidade improvável é o troféu daqueles que se arriscam.

Anonymous said...

Pedindo demais para quem muda sempre mas sempre continua semelhante.

João Francisco A. Enomoto said...

Dani! Também quero isso tudo. A rotina já não me atrai mais! Quero o novo, o impossível e o improvável.

Dispenso falar que amei você ter voltado a escrever! Aproveita e continua assim pra não perder a mão pra escrita. Estive meio ausente do meu blog esses dias, mas vou ver se tento dar uma luz por lá também! =)

Beijões!