
Quando pararmos de tentar ser alguma coisa para o outro, talvez comecemos a ser algo para nós mesmos.
Ausência é uma coisa ruim, mas a pior ausência é a de si mesmo.
O medo incorporado é o de não significar. A gente coloca metas, constrói imagens e não passamos de hologramas e projeções sem textura, sem minúcias, sem peculiaridades. A vida é que passa a ser apenas um mero detalhe dentro do universo que vai se intrincando e se embricando em poder, posição, títulos e cargos.
Ser passa a ter um status tão importante que não basta a si. Vira verbo transitivo e assim se rotula a existência aos adjuntos adverbiais.
Aspirar à liberdade é deixar-se livre para ser longe de qualquer finalidade e mais perto da real necessidade de existir plenamente - sem as fronteiras dos adjetivos, das categorias, do que é moral ou imoral.
Eu sinto as margens do conhecido. O espaço amplo torna-se pequeno e é preciso transpor. Querer sempre mais só me faz refém da frustração.
O que eu não quero mais é ser ausente de mim.
Ausência é uma coisa ruim, mas a pior ausência é a de si mesmo.
O medo incorporado é o de não significar. A gente coloca metas, constrói imagens e não passamos de hologramas e projeções sem textura, sem minúcias, sem peculiaridades. A vida é que passa a ser apenas um mero detalhe dentro do universo que vai se intrincando e se embricando em poder, posição, títulos e cargos.
Ser passa a ter um status tão importante que não basta a si. Vira verbo transitivo e assim se rotula a existência aos adjuntos adverbiais.
Aspirar à liberdade é deixar-se livre para ser longe de qualquer finalidade e mais perto da real necessidade de existir plenamente - sem as fronteiras dos adjetivos, das categorias, do que é moral ou imoral.
Eu sinto as margens do conhecido. O espaço amplo torna-se pequeno e é preciso transpor. Querer sempre mais só me faz refém da frustração.
O que eu não quero mais é ser ausente de mim.
1 comentários:
ser ausente de si deve ser triste...
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