Sentaram no banco do parque a olhar crianças correndo e brincando nas gangorras e balanços.
Sabe, venho aprendendo a conviver e aceitar algumas fatalidades. E isso não é conformismo.
Fatalidades são como as regras de um jogo que se tem que aprender a respeitar. Por aceitar as regras do jogo, você não se torna mau jogador: ao contrário, consegue fazer as melhores estratégias e obter os melhores resultados. E estava refletindo que assim também é com a fatalidade e com a vida.
Fatalidade não é destino traçado que tira toda a responsabilidade e impacto das nossas escolhas e ações (ou a falta delas). Ao contrário, fatalidade é a consequência inevitável das apostas que fazemos e das omissões a que nos damos o luxo de ter em alguns casos. Mas apostar ou ser omisso é um livre arbítrio. Nós fazemos a jogada. Não há destino que escolha nosso futuro por nós. Mas qualquer aposta carrega consigo
- a fatalidade.
Cada aposta possui seu risco. Cada ação, sua conseqüência. Fatalidade é a regra da inevitabilidade das conseqüências de cada ação. A conseqüência de cada escolha faz-se sentir. Cedo ou tarde. É a regra. Isso é fatalidade.
Quando se percebe e se entende essa lei da Física da vida de ação e reação, a gente começa a pensar melhor nas escolhas. Porque a fatalidade não é isenção de culpa dos fatos que acontecem na nossa vida. Eu comecei a questionar as inconseqüências que cometo a torto e a direito. Acabei me deixando acostumar com esse luxo. Mas quando a gente toma consciência de certas coisas, o luxo passa a ser futilidade.
E aí eu estou me sentindo meio fútil, Gabriel.
Sabe, venho aprendendo a conviver e aceitar algumas fatalidades. E isso não é conformismo.
Fatalidades são como as regras de um jogo que se tem que aprender a respeitar. Por aceitar as regras do jogo, você não se torna mau jogador: ao contrário, consegue fazer as melhores estratégias e obter os melhores resultados. E estava refletindo que assim também é com a fatalidade e com a vida.
Fatalidade não é destino traçado que tira toda a responsabilidade e impacto das nossas escolhas e ações (ou a falta delas). Ao contrário, fatalidade é a consequência inevitável das apostas que fazemos e das omissões a que nos damos o luxo de ter em alguns casos. Mas apostar ou ser omisso é um livre arbítrio. Nós fazemos a jogada. Não há destino que escolha nosso futuro por nós. Mas qualquer aposta carrega consigo
- a fatalidade.
Cada aposta possui seu risco. Cada ação, sua conseqüência. Fatalidade é a regra da inevitabilidade das conseqüências de cada ação. A conseqüência de cada escolha faz-se sentir. Cedo ou tarde. É a regra. Isso é fatalidade.
Quando se percebe e se entende essa lei da Física da vida de ação e reação, a gente começa a pensar melhor nas escolhas. Porque a fatalidade não é isenção de culpa dos fatos que acontecem na nossa vida. Eu comecei a questionar as inconseqüências que cometo a torto e a direito. Acabei me deixando acostumar com esse luxo. Mas quando a gente toma consciência de certas coisas, o luxo passa a ser futilidade.
E aí eu estou me sentindo meio fútil, Gabriel.
Fútil?
É... pensar às vezes pode ter essas reações adversas. E pensar não tem bula. Mas o mal há de sarar. É preciso estimular os anticorpos e até hoje, só descobriram que é preciso injetar um pouco do mal dentro de nós e esperar
- que o organismo reaja.
Eu penso como modo de me vacinar: injeto um pouco de mal-estar dentro de mim e aguardo a reação da minha reflexão para prevenir meu espírito de toda doença maior.
1 comentários:
Huuum.. já que um dos marcadores é 'filosofando', acho que tenho liberdade para colocar meu ponto de vista. Não sei se entendi bem o que li, mas acho que fatalidades não têm muito a ver com as nossas escolhas. Elas são, usando a metáfora do jogo, presente no texto como armadilhas feitas pelo 'opositor' ou por uma força do destino: já estão ali e acontecerão independentes da nossa vontade. Cabe a nós escolher o que queremos fazer sem nos preocuparmos com elas, já que elas estarão ali anyway..
Sardade dos papos filosóficos no Mc da Liberdade. =)
Bjinhos
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