... então Alice olhou para cima e resolveu não mais esperar que olhassem para baixo. Deu um jeito de escalar o buraco da toca em que se encontrava há quase dois meses e saiu com vontade de revolta, tequilas e futilidades.
Essa erudição toda de 'quem sou eu' não serviu até agora para muita coisa mesmo além de aumentar a sensação de estar sozinha ao sentir a cabeça fervilhar de um milhão de coisas que certamente dividiria com alguém.
É muito chato ter tantas coisas a dizer e não ter para quem.
Anônimos virtuais aliviam, mas ela precisava de algo real.
Essa erudição toda de 'quem sou eu' não serviu até agora para muita coisa mesmo além de aumentar a sensação de estar sozinha ao sentir a cabeça fervilhar de um milhão de coisas que certamente dividiria com alguém.
É muito chato ter tantas coisas a dizer e não ter para quem.
Anônimos virtuais aliviam, mas ela precisava de algo real.

Decidiu:
Ela hoje vai criar o seu País das Maravilhas. E sem nenhum chá das seis com Chapeleiros Malucos.
4 comentários:
Hahaha. Apesar de você parecer não reconhecer, eu existo (realmente) por trás da alcunha de "anônimo" que me identifica!
E desejo sorte no seu projeto de novo mundo. Tenho certeza que com sua genialidade você criará um mundo muito melhor que este aqui.
Olá! Sou um leitor assíduo do seu blog e realmente gostaria de conhecer alguém com profundidade mental tão grande quanto os seus textos passam... gosto muito das coisas que você escreve... você faz USP, né? eu também! Sou do IME e conhecido do João Erimoto... caso queira iniciar alguma correspondência, meu email é esseaquimesmo@ gmail.com
Até!
A propósito, lembra-se de uma Daniela Mayumi que veio comentar no seu blog há quase um ano, e que você teve a simpatia de retribuir-lhe a visita?
Pois bem. Sou o cara de quem ela é um heterônimo. (:
hahaha. Parece que andam se aproveitando da existência do Anônimo pra te conhecer...
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