
A verdade é que a vida é bem simples mas a gente é que não quer. Porque vida simples perde a graça, perde a ação, perde o drama, perde a comédia. E gente cinematográfica adora acontecimentos e não permite coincidências. Pega logo o figurino e se remonta em três atos: amor, trabalho, revolta. São tantos arquétipos e tantas vivências! O que a gente gosta mesmo é da cadência de cada história. Talvez também de uma boa pipoca.
3 comentários:
Eu gosto de fazer da minha vida o meu filme.
Pareceu um filme que se passa numa segunda-feira. De manhã, o amor ao olhar pro lado e ver a expressão suave do ser amado esparramado pela cama. À tarde, o gosto amargo do primeiro dia de trabalho depois de um doce final de semana. À noite, a revolta ao perceber a acidez dos dias terminados em "feira"...
Beijos,
Fabio.
Ah, não gosto de tanto de filmes, prefiro os livros.
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