Wednesday, June 18, 2008

O ateísmo do essencial

É que vinha aprendendo há muito tempo o valor da força. Não julguem.

Vinha testando experiências pelo caminho, aprendendo lições e conhecendo as indefinidades de viver. Não havia manual. Construía o seu próprio.

Existem dois tipos de pessoas: as que acreditam em si mesmas, mas não pensam sobre o motivo que as faz acreditar em si; e as que não acreditam em si mesmas, porque desconhecem que possuem um grande motivo para tal.

Entre os dois extremos, a insegurança em doses variadas, e a auto-confiança em doses exageradas. Era tudo muito alienante.


Procurava evitar então prender-se na crença em si, e refletir mais sobre as consequências de cada escolha feita. E deixava então sua essência transformar-se sem limitá-la em uma crença exagerada ou numa falta de fé sacrílega.

3 comentários:

kxncv,m said...

obrigada, bela moça.
suas palavras têm um grande poder.
beijos.


http://jardimdainsanidade.wordpress.com

kxncv,m said...

ah, já estás em meu blogroll
:)

kxncv,m said...

Obrigada pelas palavras.
E, como Clarice Lispector, "Eu sou uma pergunta". Estou tentando respondê-la, mas aceito sugestões :)