É que vinha aprendendo há muito tempo o valor da força. Não julguem.
Vinha testando experiências pelo caminho, aprendendo lições e conhecendo as indefinidades de viver. Não havia manual. Construía o seu próprio.
Existem dois tipos de pessoas: as que acreditam em si mesmas, mas não pensam sobre o motivo que as faz acreditar em si; e as que não acreditam em si mesmas, porque desconhecem que possuem um grande motivo para tal.
Entre os dois extremos, a insegurança em doses variadas, e a auto-confiança em doses exageradas. Era tudo muito alienante.
Procurava evitar então prender-se na crença em si, e refletir mais sobre as consequências de cada escolha feita. E deixava então sua essência transformar-se sem limitá-la em uma crença exagerada ou numa falta de fé sacrílega.
Vinha testando experiências pelo caminho, aprendendo lições e conhecendo as indefinidades de viver. Não havia manual. Construía o seu próprio.
Existem dois tipos de pessoas: as que acreditam em si mesmas, mas não pensam sobre o motivo que as faz acreditar em si; e as que não acreditam em si mesmas, porque desconhecem que possuem um grande motivo para tal.
Entre os dois extremos, a insegurança em doses variadas, e a auto-confiança em doses exageradas. Era tudo muito alienante.
Procurava evitar então prender-se na crença em si, e refletir mais sobre as consequências de cada escolha feita. E deixava então sua essência transformar-se sem limitá-la em uma crença exagerada ou numa falta de fé sacrílega.
3 comentários:
obrigada, bela moça.
suas palavras têm um grande poder.
beijos.
http://jardimdainsanidade.wordpress.com
ah, já estás em meu blogroll
:)
Obrigada pelas palavras.
E, como Clarice Lispector, "Eu sou uma pergunta". Estou tentando respondê-la, mas aceito sugestões :)
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